Cada vez que aplico este ditado, lembro-me da fábula da cigarra e da formiga. E associo sempre àquelas pessoas que gastam mais do que ganham porque têm um suporte onde ir buscar uns tostões extra: aos pais, aos colegas que emprestam, a um adiantamento da empresa…ou ao crédito pessoal. Esta engenharia financeira move-se em espiral e tende a criar uma força incontrolável. Antes de se tornar cigarra, mais vale fazer um detox e depurar todos os gastos supérfluos que levam a (...)
Transposto para a economia doméstica: CUIDADO COM OS GASTOS PEQUENOS! Regra geral, nós controlamos as despesas mais elevadas e fixas: a prestação/renda de casa, a água, gás e electricidade, o transporte…mas não fazemos contas às despesas insignificantes. Passei anos a ouvir o meu marido perguntar-me no final de cada mês: MAS ONDE É QUE GASTÁMOS TANTO DINHEIRO? E feitas as contas grandes, não conseguíamos descobrir para onde se tinha evadido boa parte do dinheiro. Deix (...)
Poupar é não gastar? Nem sempre e já o provei em posts anteriores. Hoje dou-vos mais um exemplo: ontem gastei para poupar (no futuro): fiz um workshop para aprender a fazer sabão artesanal. Apesar dos tutoriais que circulam na net, não me sentia segura por os copiar sem compreender... e sem aprender com quem sabe. E a saboaria não é como a costura, em que se pode desmanchar de imediato e recomeçar. Só mais de um mês depois é que temos o resultado final. E em caso de (...)
Somos seres de rotinas. Levantamo-nos de manhã e fazemos tudo pela mesma ordem. Mentira? Já nem pensamos o que há a fazer. Está mecanizado. Poupar pode ser um hábito como qualquer outro. Diz-se que demoramos 21 dias a consolidar um hábito...depois disso torna-se rotina. O exercício é simples: 1) Identificar que hábitos queremos assumir 2) decidir como praticá-los 3) Fazê-los deliberadamente 4) e passamos a realizá-los naturalmente, sem darmos por isso. Eu não faço (...)
O maior mito da poupança é o de que deveremos comprar o mais barato possível. Nada mais errado! Muitas vezes, o barato é sinónimo de má qualidade e, em pouco tempo, pode obrigar-nos a voltar a comprar. Isto aplica-se, sobretudo, a bens duradouros, que vai da roupa aos electrodomésticos…e até pneus, por exemplo. Actualmente, o mundo está dentro do nosso computador ou telemóvel e não há razões para ignorarmos as opiniões dos actuais utilizadores, as (...)
A melhor defesa contra o endividamento é comprar a pronto. Limpinhos, notas batidas! Se vivêssemos 200 anos, poderíamos poupar até ter o suficiente para adquirir a casa e o carro. E os juros nunca teriam sido inventados. Nem os incumprimentos... e as penhoras...e as insolvências... Entretanto, lá inventaram o crédito bancário para o dinheiro fintar a nossa longevidade. E ainda bem. Ainda bem para conseguirmos ter os bens indispensáveis (se for esta a opção), (...)
Quando, há 5 anos, a minha filha foi para a universidade, eu e o meu marido achámos que o mundo ia ruir. Se até ali, o dinheiro não sobrava ao fim do mês, como iríamos pagar quarto, propinas e demais despesas de uma universitária? E tendo em conta o contexto de crise, com a sombra de um eventual agravamento de impostos ou cortes salariais, o cenário ainda era mais negro. Mas sempre preferi concentrar as energias na busca de soluções, em vez de me queixar… e foi aí (...)
Há tantas poupanças pequeninas que podemos fazer no dia a dia, que se torna difícil enumerá-las. A estratégia deverá ser individual, dependendo dos hábitos de cada um. O importante é tomar consciência dos pequenos gastos e tentar diminuí-los. De qualquer modo, deixo aqui 14 dicas muito simples para poupar alguns muitos tostões: 1) pão ralado: não compro. Faço-o com sobras de carcaças ou baguetes duras (aqui (...)
Não simpatizo propriamente com este ditado. Eu farto-me de poupar tostões e nem chego ao milhar! Mas por este andar, chegarei ao milhão de pequenas poupanças de que me posso orgulhar. Porque fazer com as minhas mãos é sempre motivo de orgulho. Ontem, por exemplo, foi dia de fazer vinagre de sidra. Como tinha umas maçãs já murchas, decido aproveitá-las para fazer uma tarte. E os restos foram para o vinagre. Como é um processo muito simples (embora paciente), (...)
(OU A HISTÓRIA DA PRAGA) Quem não poupa porque acha que não vale a pena, observe bem esta imagem! Eu estou... Se há coisa que tenho dificuldade é amealhar dinheiro vivo. Não resisto a ir lá buscar uns trocos para evitar levantar dinheiro. E o pior é que ambos se desvanecem por magia. Mas o meu marido é o oposto (e também por isto é que atingimos o equilíbrio). Quando pensa em fazer um mealheiro, esconde-o para que eu não tenha acesso. No ano passado, resolveu (...)