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A 3ª face

Seg | 16.07.18

Como eu poupo...no tratamento da roupa

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Durante muito tempo, orgulhei-me de comprar detergente e amaciador para a roupa com descontos superiores a 60%.

Era esta a minha poupança!

Aguardava por uma boa acumulação de descontos e comprava em grandes quantidades, ficando com stock para um ano inteiro.

 

Todavia, a consciencialização da minha pegada ambiental levou-me por outro caminho.

Apercebi-me do plástico que estava a consumir. E da quantidade de produtos químicos que lançava para o ambiente, em cada lavagem de roupa…

E, concomitantemente, descobri uma maneira de poupar ainda mais.

 

As medidas de poupança que utilizo actualmente são bem simples mas muito, mesmo muito eficientes: 

- Faço o meu próprio detergente, a partir de sabão azul. É mais ecológico, não gasto embalagens e cada lavagem custa-me cerca de 2 cêntimos. Podem ver a receita aqui.

 

- Utilizo vinagre de sidra como amaciador. Basta uma esguichadela no compartimento e a roupa fica macia. É inodoro. Se quiser um cheirinho, coloco umas gotinhas de essência de água de colónia ou óleo essencial.

 

- Sempre me recusei a sucumbir à máquina de secar roupa. Não tenho. Seco a roupa ao sol.

Obviamente que tenho espaço para isso e um alpendre onde consigo estender a roupa em dias de chuva.

 

- Estendo alguma roupa em cabides, como vestidos, casacos, camisas.

Muitas vezes, a roupa fica impecável e dispensa o ferro. E aqui poupa-se tempo e dinheiro em electricidade.

 

- Para nódoas difíceis, recorro muitas vezes à velha técnica da “Cora”.

Deixo a roupa molhada ao sol, dentro de um alguidar e o Sol trata-me do assunto!

 

- Na hora de engomar, acredito que um bom ferro faz a diferença. Passa a roupa mais rapidamente, o que permite poupar electricidade (e tempo).

E se é para passar roupa, que seja a sério! Passar poucas peças de cada vez implica o consumo de energia na fase de aquecimento do ferro. Quanto mais vezes o fizermos, mais energia gastamos.

E há roupa que pode ser passada dobrada: toalhas, lençóis…ou não ser passada de todo!

 

E, já que falamos em roupa, passei a optar por molas de madeira. Duram mais e é menos plástico que uso!

 

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