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A 3ª face

Seg | 11.01.21

Somos meia dúzia de gatos pingados. Com dúzia e meia de infectados.

 

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O ano novo trouxe a esperança de dias melhores, sobretudo a nível da pandemia.

A esperança na vacina… a diminuição dos números…

 

E, sem dúvida, a primeira semana de 2021 fez-nos desejar ter 2020 de volta. Da palhaçada na casa-modelo  da Democracia (querem eles fazer-nos crer!) aos números do COVID e o inevitável regresso ao confinamento… 2021 está a portar-se muito mal!

Ora eu vivo numa terra relativamente pequena e a pandemia, por aqui, não fez grandes estragos em 2020: um óbito numa idade muuuito avançada e alguns casos de infectados (em situação controlada).

Pois neste momento, é porta sim-porta sim!

Não há família que não tenha casos ou alguém em isolamento profiláctico (a minha incluída).

Entrou nos lares…

Há internados em estado grave.

 

Desconfio de todos.

Desconfio de mim própria!

Pela primeira vez, sinto medo da pandemia: porque agora sabemos que a Saúde está em ruptura e vão começar, mais hora menos hora, a fazer o papel de Deus, escolhendo quem morre e quem vive!

 

De quem é a culpa?

É de todos, não me venham com conversas!

É nossa!

 

Este é um pequeno testemunho de início de ano.

Para que não me esqueça e não descure a prevenção.

 

Se calhar… é mesmo bom desconfiar de tudo e de todos!

É que, por aqui, somos meia dúzia de gatos pingados. Com dúzia e meia de infectados.

E a minha saúde mental começa agora a abanar!

 

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