Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

A 3ª face

Qui | 12.04.18

Um mercado (con)vida

Há surpresas boas, locais que nos ficarão guardados como boas memórias.

E que nos convidam a nova visita, seguramente.

 

Eu expliquei aqui que, na quarta-feira, estive em Campo de Ourique, a abastecer-me de tecidos.

Mas antes, combinei um almoço com uma amiga/comadre que mora em Lisboa.

 

Ela sugeriu que comêssemos no Mercado de Campo de Ourique, que eu ainda não conhecia.

O mercado concilia a vertente de venda tradicional com as tasquinhas de comes e bebes. 

Algumas bancas também foram convertidas em pontos de venda de  produtos artesanais e turísticos.

Do talho ou da peixaria saltamos para um gin, um risotto, um hamburguer, um marisco, só para vos dar um exemplo, que a oferta é grande, apesar do espaço ser relativamente pequeno. 

Ver um mercado tradicional cheio não é vulgar nos dias de hoje. As pessoas mudaram-se para os grandes centros comerciais e eu não estava à espera da azáfama que encontrei por aqui.

Enquanto as bancas de venda fechavam, o espaço de refeição enchia-se de gente. Com muitos turistas à mistura.

E vale bem a pena a visita.

O espaço está agradável, elegante mas fiel à traça de um mercado de bairro.

 

IMG_20180410_141815.jpg

 

 

 

IMG_20180410_141800.jpg

 

IMG_20180410_141833.jpg

 

 

 

IMG_20180410_141054.jpg

 

 

IMG_20180410_141111.jpg

 

Há 2 anos, em Madrid, visitei o Mercado de San Miguel e adorei o ambiente. Mas este é um espaço enorme e, segundo me pareceu, totalmente convertido a "comes e bebes" (ou tapas, se preferirem).

 

Sei que já há alguns mercados revitalizados com este conceito, em Portugal. Mas nunca tinha experenciado a visita.

 

Eis uma boa solução para os mercados sub-lotados que por aí resistem. Algumas obras, bom gosto, empreendedorismo e...pode renascer um novo espaço de convívio...cheio de vida! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.